A dinâmica das revoltas em dezembro do ano passado trouxe mais uma mania na Grécia. Com a euforia do "verde", parques e jardins estão crescendo e se espalhando pelas cidades gregas, principalmente na capital do país, Atenas, uma das capitais com mais concreto da Europa. Cansados de serem esquecidos pelos prefeitos, políticos e governo, a população está ocupando e construindo eles mesmos, com as próprias mãos, em autogestão, espaços verdes no lugar de estacionamentos públicos e privados para carros. Equipados com britadeiras ou picaretas, eles destroem o concreto para plantar árvores. Um movimento que vem crescendo com a adesão de toda a população e está deixando suas marcas. Ninguém, nem a polícia, nem as autoridades parece poder ou querer acabar com o movimento. Organizados em milícias, durante a noite, os populares patrulham os jardins revolucionários para protegê-los, e organizam “vaquinhas” para obter fundos para comprar mudas, adubo e terra. Os tribunais gregos foram tomados de assalto por estes comitês verdes, a fim de serem reconhecidas e legitimadas suas ações, o que deixou os promotores sem reação. Essa febre verde não parece estar perto de se acalmar, pois a cada dia novos bairros e cidades são "contaminados" por este “vírus verde”: Brilissia, Elaionas, Challandri, Exarchia, Botaniko, Patras, Tessalônica... Neste sábado (4), em Tessalônica, no bairro Cidade Alta, mais um espaço cimentado sofreu uma intervenção-plantio de populares da vizinhança.
convite para o lançamento do primeiro romance escrito por Lucas Arantes | o outro estranho | que será realizado no templo da cidadania - 15 de maio de 2009 | sexta-feira |20h
Leia os primeiro capítulos da obra em: lucasarantes.wordpress.com
Templo da Cidadania rua Conde afonso celso 333 | ribeirão preto | SP | brasil
SURGE ESTA nueva vitalidad del anarquismo que aparece como ideología del siglo XXI, y que tiene a la tecnología como aliada - Publicado en La Vanguardia, 21/05/2005
Nuestra época no es la del fin de las ideologías, sino del renacimiento de aquellas que encuentran eco en la experiencia presente. Tal es el caso del anarquismo, dado por muerto y enterrado por sus numerosos sepultureros y que, bajo nuevas formas y expresiones, parece gozar de excelente salud en los movimientos sociales que brotan por doquier desde las profundidades de la resistencia a un desorden global cada vez mas destructivo. Basta con seguir los debates, presenciales o por internet, en el movimiento contra la globalización capitalista para constatar la presencia dominante de los temas anarquistas de autoorganización y de oposición a cualquier forma de Estado ("¡que se vayan todos!"). Y aunque los intelectuales de la vieja izquierda, sobre todo en América Latina, aún se encaraman al podio de las arengas mediáticas del movimiento, las simpatías mayoritarias van hacia formas apenas organizadas y generalmente autogestionadas de la movilización y del debate, como era evidente en el último Foro Social Mundial en Porto Alegre. También en el ámbito teórico-político, las tesis autonomistas, cercanas de la matriz histórica anarquista, articuladas por ejemplo por Michael Hardt y Toni Negri, y por el grupo de la revista Multitudes,heredera directa del mayo del 68 francés, están alcanzando hoy día una amplia difusión (el ultimo libro de Hardt y Negri, titulado precisamente Multitudes,incluso tiene un rango muy alto en la lista de ventas de Amazon.com).
Nós, zapatistas, não apoiamos o pacifismo que se ergue para que seja outro a colocar a outra face, nem a violência que se alenta quando são outros a colocar os mortos.»Por Alexander M. Hilsenbeck [1]
O Exército Zapatista de Libertação Nacional se caracteriza como antípoda das clássicas experiências guerrilheiras. Com enorme capacidade de autocrítica e de reconstrução, esse movimento foi responsável por uma crítica vigorosa ao sistema dominante vigente e, ao mesmo tempo, por uma revisão – no melhor sentido deste termo – da própria esquerda, de suas práticas e de suas concepções, gerando um intenso debate em relação ao papel ocupado pelo Estado, pela «sociedade civil», pela via armada, pelos partidos políticos, na construção de uma alternativa ao capitalismo a partir de baixo e à esquerda.
Um dos campos de inovação das experiências zapatistas, que suscitou vivo debate, tem sido quanto ao papel da comunicação no conflito.
O I Revolução e Generosidade apresentou o evento América Latina e Historiografia em perspectiva crítica com o historiador mexicano Carlos Aguirre Rojas (UNAM), ocorrido em Olivença (distrito de Ilhéus), Arataca (zona rural), Ilhéus (zona rural - Universidade Estadual de Santa Cruz) e Alagoinhas (Universidade do Estado da Bahia).
O prof. Rojas é crítico-teórico da história e um intelectual que tem contribuído como interlocutor junto ao movimento neo-zapatista do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) do México.
No dia 29 de janeiro o geógrafo David Harvey fez a palestra inaugural do seminário "Lutas pela reforma urbana: o direito à cidade como alternativa ao neoliberalismo", organizado pelo Fórum Nacional de Reforma Urbana. Leia abaixo a transcrição de sua palestra, na íntegra. A tradução foi feita por Fernando Alves Gomes.Write Comment (0 comments)